domingo, 6 de abril de 2008

Máquina mortífera

Fala galera, beleza??

Então... Segue a resenha do dia 02/04/2008...

Dia comum, galera em peso: Cassão, Rojegue, Bacural, Celso Bazooka, Ravy, Machadão, Jean, Paulinho Pai-de-Santo e o mais novo jogador Pedro "A Máquina".

Bem, todos da mesa, exceto Roger e Ravy, com certeza quiseram saber o por que do apelido "Máquina". Mas como qualquer coisa é motivo de pegadinha, deixa quieto!!

Hoje ele será o tema do post. Afinal, novato tem que levar trote..

A jogatina seguiu normalmente, uns levando fumo, outros tomando no chico, outros com uma sorte da pega, outros jogando bem... Blefe?

Quando eu cheguei Ravy já estava perdendo uns R$8,00 hehehe É a zica batendo, Ravy... Tipo o coelhinho da páscoa com o saco cheio de ovos batendo na sua porta.

Então chega "A Máquina". R$20,00 na mesa logo de cara... Calma!! Explicamos que o esquema é de R$10,00 e caso necessite, mais R$10,00. A resposta? Bem clara: "...ou eu ganho tudo, ou perco tudo!"

Não sei vocês, mas eu pensei: "esse vem com força... lá ele!!"

Cerca de meia hora e o cara já tinha mais ou menos 50% a mais do que entrou. Apostando alto, e a galera só no fold... Isso foi despertando a ira do pai-de-santo da mesa... Paulinho já não ria mais. Estava concentrado. O ritmo dos atabaques começaram a ser ouvidos bem de longe. Uns dois ou três folds com um jogo que podia dar algo foram suficientes. O alvo mudou. Menino Roger sentiu o peso da reza braba sair de suas costas (Reza Braba é um nome de um jegue macumbeiro lá do sítio dele mesmo, e sim, Reza Braba fuma charuto).

A Máquina começou a sentir (ui) o poder ancestral emanado por Pai Paulinho (sacaram? Pai Paulinho, Nicole, hein? hein?). Num ato de loucura bravura respondeu a um ataque de Paulinho, um fuderoso all-in. Paulinho deu o zoim sem reclamar. Estava certo do que queria, que era a hora de pegar o cara de jeito.

E pegou. Quase limpou o cidadão. Trinca x 2 pares.

Depois disso o jogo seguiu normal, eu esquecendo de marcar a maior parte das jogadas, Jean ganhando o fogo no blefe, Bacural fazendo um Four e lascando Ravy com brita e areia (de novo, essa porra tá virando rotina, viu Ravy? Daqui a pouco vira pessoal. Ehehehehe), Bazooka doido querendo pizza (e depois todo mundo melando as cartas e fichas, né rebanho?) e Roger com sono...

Até a hora da limpeza. Pedro mal sabia que a Trinca Maldita cruzaria novamente o caminho dele naquela noite. Contra os mesmos 2 pares dele. Foi com tudo na mão, saiu sem nada da mesa. Nessa hora pensei no final da primeira frase dele pra galera “...ou eu perco tudo”. É, falou a verdade mesmo!! Hehehe

Junta-se ao nada seleto grupo de quem já perdeu tudo na mesa: quase todos! Hehuehueh Alguém ainda não perdeu tudo? Se não, o dia chegará. O Barai Maldito é certeiro...

No mais pápá: Poker é Foda!

Abraços e até a próxima quarta.

3 comentários:

Unknown disse...

Feito os cumprimentos de estilo, acho importante a narrativa feita, quem não se fez presente pode se inteirar dos fatos. Além disto, funcionará como arquivo das estórias.
Abs.,
Fernando

Bacura disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bacura disse...

A Máquina tava pensando que berço de jegue é arroz doce.... taí Paulinho e o criador de jegues Roger para provar o contrário...

"Contrário" é o nome de um Jegue de Roger que vive contrariado, com o badalo balançando no pasto pela manhã (segundo comentários de Roger.

Ps. Meu four de seis foi lindo!

Bacura